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A diversidade de um jornal se faz no dia a dia, e assim se faz um novo jornal todos os dias.

Pensando nisso, acredito que a Folha venha se preparando para uma nova interação.

Essa tão falada convergência de mídias já acontece a tanto tempo que às vezes não nos damos conta de como é importante convergir para algo.

Mudar, transformar, ser novo a cada dia, é o que a meu ver faz da Folha de São Paulo um grande jornal todos os dias. Por que ser um grande jornal, qualquer jornal pode ser, mas ser além de grande, um jornal com informação de qualidade é ir além.

Podemos convir que existam sempre vários lados de opinião e que ninguém e muito menos a Folha conseguem abordar todos os lados, mas isso é claro, nem nós abordamos todos os lados, embora deveríamos.

O que me fascina na Folha é a inovação, é pensar que tudo muda o tempo todo, sempre.
Se já passaram 90 anos e quase 2 milhões de páginas de conteúdo é difícil prever o que vem pela frente, apenas espero que continue sendo um grande jornal todos os dias.

Por: Alexandre Gurtat

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Abertura do aplicativo Folha no Iphone




Documentário produzido pela equipe da TV FOLHA para os 90 Anos da Folha
Em um mundo cada vez mais globalizado, e cheio de informações, se faz cada vez mais necessária a existência de mediadores sociais e também de bons comunicadores, que superem o velho LEAD e tragam informações mais completas e com credibilidade.

Buscando se aprofundar no “como” e “quando”, o jornalismo especializado vem ganhando um público que está cansado de apenas ler “notas” e saber as notícias por “cima”.
Se antes o jornalista pensava comunicação apenas para o sistema broadcasting, hoje necessita estar preparado para algo além do sistema unidirecional. Saindo da velha rotina e das mesmices colocadas pela mídia diariamente para o público, pensar na pauta é fundamental. Produzir uma pauta mais elaborada é um dos primeiros passos para que o público comece a notar a diferença e a necessidade que existe em um profissional bem preparado. Trabalhando para fugir do fontismo, a pauta procura analisar os fatos e buscar uma reflexão mais a fundo do tema trabalhado, investigando o passado para entender o futuro.

Relatando com causas e conseqüências, deve-se primeiramente escolher o tema, depois delimita-lo, em seguida refletir e analisar o que já foi produzido sobre o tema nos veículos em questão, para então, estabelecer objetivos a serem concluídos e finalmente produzir a reportagem com os dados encontrados.

No jornalismo especializado encontramos também algumas áreas em destaque, como o jornalismo econômico, jornalismo cultural e jornalismo esportivo. Quando o jornalista usa o jornalismo especializado para essas e outras áreas, seus leitores começam a notar uma diferença básica, e se antes apenas notavam os cadernos, agora conseguem notar seus escritores.

Durante o período militar inúmeros jornalistas saíram do caderno de política e migraram para o caderno de jornalismo econômico, que cresceu pela maior liberdade que era permitida aos jornalistas.

No jornalismo esportivo, o número de programas e produtos sobre o assunto é enorme, e nesse número exorbitante que existe hoje, surgiu a partir dos anos 70. Hoje as modalidades cobertas pelo jornalismo esportivo vão muito além do futebol.

O jornalismo cultural não se limita apenas em dar dicas de livros ou filmes, mas vai muito além disso, buscando e criando boas reportagens, enriquecendo o dia-a-dia do jornalismo. Usando discurso direto, narrativa descritiva e diversos elementos, o jornalismo cultural pode completar também o dia-a-dia das pessoas.

Com um público cada vez mais exigente, o jornalismo especializado é o que se pode dizer de futuro da profissão, já que é onde os jornalistas e seus jornais ganham destaque, mostrando um diferencial, que é essencial para o futuro.


Por: Alexandre Gurtat

Em um mundo cada vez mais globalizado o número de informações que encontramos em nossa sociedade é de maneira incontável. A cada dia as manchetes dos jornais trazem novos escândalos e novas vitórias, assim como as páginas internas trazem também um quadrado pouco conhecido: “Erramos”.

São poucos aqueles veículos que admitem seus erros e menor ainda são aqueles que notificam a população sobre os agravantes. Leitores e telespectadores esperam sempre uma notícia ética e confiável, com informações verdadeiras e claras.

A retratação feita pela revista Veja no caso Ibsen, não repara todos os prejuízos causados ao político, acaba diminuindo os efeitos ainda duradouros da publicação.Os telespectadores não são obrigados a assistir ao mesmo jornal todos os dias, assim como nem sempre lêem as mesmas revistas todas as semanas, e o que é dito hoje é tomado como verdade, mesmo que amanhã seja declarado um erro.

Para evitar que as informações falsas venham ocorrer no meio jornalístico, é necessário que sempre tenhamos fontes confiáveis e não fontes amigáveis ou ainda fontes que se vendam. Além de boas fontes os veículos de comunicação devem estar sempre atentos a informações publicadas pelos seus concorrentes e nunca repercutir sem antes chegar as informações.

O jornalismo deve tentar evitar o máximo uma informação com erros, já que não sabemos quando o leitor estará ligado novamente no veiculo de comunicação.

Por: Alexandre Gurtat

O @Mídia – O poder das redes sociais, reuniu cerca de 500 pessoas no Anfiteatro da FAG na última quinta e sexta-feira.

André Telles, escritor do livro “Orkut.com” e “Geração Digital”, foi o primeiro palestrante de quinta e explanou sobre as tendências nas mídias sociais e como elas podem ser usadas. Maiara Bastianello, jornalista da Band News FM de São Paulo, apresentou cases onde se utilizou das redes sociais para conseguir fontes e até mesmo dar “furo” nas concorrentes. Na sexta-feira Patrícia Wypych e Ana Maria Brambilla discutiram a importância de saber se utilizar bem das redes sociais. Patrícia que é coordenadora de Mídias Sociais e Planejamento da Savannah Comunicação falou sobre as redes sociais como aspecto mercadológico para as empresas. O evento terminou com a editora de Redes Sociais do Portal Terra para o Brasil e a América Latina, jornalista Ana Maria Brambilla, que mostrou a necessidade de se produzir conteúdo exclusivo para as redes sociais.

Para a coordenadora do curso de comunicação social com habilitações em jornalismo e publicidade, professora Mariara Silva, o @ Mídia foi uma oportunidade de incluirmos, na programação do curso de Comunicação, a discussão e reflexão sobre as novas mídias. “Os estudantes de Comunicação não podem se formar sem dominar as mídias sociais e a faculdade assumiu a responsabilidade de despertá-los para esse mercado, mesmo que seja algo recente e ainda em construção”, avalia a coordenadora. Ela lembra ainda que é uma oportunidade de incrementarmos as atividades do curso de Comunicação e, ao mesmo tempo, de oferecermos atualização aos profissionais que já atuam na área. “O @Mídia foi o início dessas discussões. Outros eventos acerca dessa temática deverão ser promovidos”, completa.


Por: Alexandre Gurtat

Amanhã (16), acontecerá o lançamento do livro da Associação Médica de Cascavel, do qual colaborei na edição e editoração eletrônica.
O livro buscar contar a história da associação com entrevistas dos seus ex-presidentes.
O trabalho tem como jornalista responsável, Tânia Moraes.
Por: Alexandre Gurtat

O Presidente da Lockwood Publications, Fred Lockwood e a Editora-chefe da Revista Tea & Coffe World Magazine, Alexis Rubinsteins, conheceram toda infra-estrutura da indústria Mate Laranjeiras, na última terça-feira (17).

Os americanos estão no Brasil, através do Projeto Setorial Integrado Mate Tea from Brasil, da Abimate – Associação Brasileira de Indústrias Exportadoras de Erva-Mate.
Durante a visita os jornalistas acompanharam o processo de produção da Erva-Mate e também do Xima. Eles ficaram impressionados com a tecnologia empregada para a produção da nova bebida e se surpreenderão com o sabor apresentado por ela.
Fred Lockwood, se impressionou com a preocupação da Mate Laranjeiras com fatores que vão além da produção. “Durante minha viagem é a primeira vez que vejo uma empresa que se preocupa com o Algo Mais, eles se preocupam em ir além da caixa (embalagem). A limpeza dentro da fábrica é algo fantástico, em especial na fábrica do Xima” enfatiza ele.
Pela primeira vez no Brasil, Alexis Rubinsteins, se surpreendeu com a hospitalidade do povo brasileiro e também com a facilidade de acesso ao sistema de produção das empresas. “É muito satisfatório poder conhecer a produção da erva-mate no Brasil, e a facilidade com que isso nos foi dado é melhor ainda. As empresas no Brasil são muito abertas, e os colaboradores são muito receptivos”, acrescenta ela.
O gerente do PSI - Projeto Setorial Integrado Mate Tea from Brasil, Heroldo Secco Junior, esteve com os jornalistas americanos em Cascavel e acredita que visitas como essa são necessárias para que o mundo conheça mais a qualidade dos produtos produzidos com erva-mate brasileira. “A erva-mate brasileira ainda é desconhecida no mundo como um produto de qualidade. Estamos buscando provar que o mate verde possui muito mais propriedades do que o chá asiático (camélia sinensis). O Brasil, além de produtor e exportador da erva-mate bruta, produz diversos outros produtos com a erva” finaliza Heroldo.
A Indústria Erva Mate Laranjeiras está de portas abertas não apenas para jornalistas estrangeiros, mas também para todo o povo brasileiro. “É fundamental que jornalistas conheçam a Cultura do Mate, presente em nossa cidade e em nossa empresa, mas é mais fundamental ainda que nossa comunidade tenha acesso a essa cultura”, fala a diretora da empresa, Marisa Somensi. A empresa Mate Laranjeiras está aberta ao público, para agendar uma visita, as pessoas podem ligar para o número: 45 3225 6655
Por: Alexandre Gurtat

Com a evolução tecnológica observamos também uma evolução no texto jornalístico. O meio sofreu grandes alterações e a necessidade de se enquadrar a ele foi evidente, porém ainda não completa.

No fórum de tecnologia realizado no pela INFO no mês de setembro o vice-presidente de estratégia e inovação da Yang e Rubicam, Walter Longo, comentou sobre a mudança pela qual essa linguagem vem passando. Para ele a mudança do meio analógico pro meio digital sofreu uma enorme transmutação e muitos ainda não aprenderam a lidar com isso. Os comunicólogos começaram a fazer TV com o modelo de Rádio e agora querem fazer internet com um pouco de tudo que já existia antes.
O texto jornalístico na internet hoje sofre mudanças, mas o que vemos é uma “releitura” dos textos de jornal.
A tecnologia sempre fez com que acontecessem mudanças na produção jornalística, à interatividade é um fator bem relevante e que influencia nos textos hoje.
Na internet o texto deve ser simples e objetivo, buscando sempre ajudar o leitor a compreender de uma maneira mais fácil o assunto. O usuário tem em mãos, inúmeros sites e normalmente está em todas ao mesmo tempo, por isso um texto direto e sem complicações faz que o usuário permaneça por mais tempo em sua página.
Ainda segundo Walter Longo, dentro da nova forma de praticar comunicação, teremos que reaprender tudo junto. Criando um formato, se isto vier a existir nesse meio.
Hoje observamos o crescimento da interação em diversos sites jornalísticos, como no G1, UOL, BOL, R7 e outros, além de sites que são construídos apenas com informações enviadas por usuários que estão fora do meio jornalístico.
Atrair e manter a atenção do leitor na internet é uma grande conquista. O texto jornalístico na web não precisa apenas informar, mas também mostrar outras opções de informação, para passar credibilidade e interatividade.
Aconteceu em Cascavel, mais uma edição do fóruma pela qualidade do jornalismo.
Quem palestrou na noite desta quinta (28), foi o advogado e professor René Dotti.

Dotti é professor titular de Direito Penal e de Direito Processual Penal dos cursos de graduação e pós-graduação da Universidade Federal do Paraná, Vice-Presidente da Associação Internacional de Direito Penal e Presidente do Grupo Brasileiro (AIDP-Brasil), Membro da sociedade Mexicana de Criminologia.
O palestrante abordou temas como “O vazio da Lei de Imprensa”, “Jornalismo investigativo” e “O papel do jornalista na sociedade”.


O site Outra Mídia entrevistou ele: http://outramidia.blogspot.com/2009/08/outra-midia-27082009.html
Por: Edson Alexandre Gurtat

O jornal Folha de São Paulo traz, na edição deste domingo (27), o perfil do jovem brasileiro.

O especial de 20 páginas traz informações traçadas pelo DATAFOLHA. A mais completa pesquisa do século sobre jovens entre 16 e 25 anos, como informa o editor da Folha Teen Ivan Finotti.
1.541 jovens de 168 cidades foram perguntados sobre seus sonhos, medos, vontades, sexo, drogas e muito mais.
Como informa o editorial do caderno, cai por terra o clássico imaginário do jovem rebelde, engajado e participativo.
Grande parte do caderno especial “Jovem Século 21”, foi produzida por integrantes da 45ª turma do programa de treinamentos da Folha de São Paulo.
Por: Edson Alexandre Gurtat

Terminou na última sexta-feira o VII Seminário de Práticas Jornalísticas da FAG.

O primeiro lugar geral ficou com o projeto “Sou Mídia Cidadã”, das egressas do curso da FAG Mariana Dourado e Thaís Noreto.
Em nota divulgada pela assessoria da instituição, o jornalista Ivan Zuchi, um dos integrantes da comissão que avaliou os trabalhos, se disse surpreso e muito contente com a qualidade dos produtos apresentados. “Muitas destas propostas certamente seriam aceitas no mercado. Além disso, os estudantes mostraram que são criativos e que não têm medo de inovar. Contrariando a máxima que diz que tudo na vida é 90% transpiração e 10% inspiração, estes acadêmicos mostraram 90% de inspiração”.
Outros Prêmios Vencedores:

JORNALISMO IMPRESSO – Memórias do Esporte – Automobilismo – FAG
RADIOJORNALISMO – Programa Juraci – FAG
ASSESSORIA DE IMPRENSA – Plano para a Sou Mídia Cidadã – FAG
TELEJORNALISMO – Jornal DDC – FAG
DOCUMENTÁRIO – Espiritismo – A luz do amanhã – Univel
WEBJORNALIMO – Site Sou Repórter – FAG
AUDIOVISUAL – Poesia no Intervalo – As verdades e a culpa – Univel
FOTOJORNALISMO – Retratos da Fé – FAG
PRÊMIO GERAL – Sou Mídia Cidadã - FAG

O site gurtat.com, que também concorria na categoria de webjornalismo faturou o segundo lugar.
Por: Edson Alexandre Gurtat

O 7º Seminário de Práticas Jornalísticas da FAG e Prêmio Mário Lemanski de Jornalismo iniciaram com o debate “O papel do Jornalismo na construção da imagem política”, que discutiu a influência dos meios de comunicação na construção da imagem dos políticos.

O debate foi mediado pelo jornalista Ivan Zuchi e contou também com a participação dos jornalistas Paulo Alexandre de Oliveira, Vanderson Pereira, Luciano Barros e Jairo Eduardo Lemos.
Durante o debate os jornalistas comentaram sobre a dependência da imprensa perante os órgãos públicos.
Em nota, a assessoria da FAG divulgou que, para jornalista Luciano Barros, o papel dos jornalistas na construção da imagem dos candidatos é determinante. “A imprensa serve tanto para a glória quanto para a bancarrota de um político”, afirmou Luciano.
Por: Edson Alexandre Gurtat

Acontece na próxima semana (11,12 e 13) o Prêmio Mario Lemanski, juntamente com o VII Seminário de Práticas Jornalísticas da FAG.

Alunos da Unipar, Univel e FAG participam do concurso, que visa reconhecer a produção dos futuros jornalistas da região. As inscrições podem ser feitas até o dia 9 pelo site: www.fag.edu.br/comunicacao/seminariojornalismo. Os Trabalhos podem ser inscritos nas categorias de Jornalismo Impresso, Fotojornalismo, Telejornalismo, Webjornalismo, Assessoria de Imprensa, Documentário, Rádio e Audiovisual.
Outras informações pelo telefone: 3321-3900
Por: Edson Alexandre Gurtat

Acontece hoje em Curitiba a entrega do 13º Prêmio Sangue Novo do Jornalismo Paranaense.

Acadêmicos e egressos do curso de Jornalismo da FAG faturaram cinco troféus, três troféus de 2º lugar, um de 3º lugar e mais o Prêmio Sangue Novo de Relevância Social.
Por: Edson Alexandre Gurtat com texto do portal Comunique-se

Matéria para Disciplina de Técnicas de Entrevista, Pesquisa e Reportagem Jornalística. Com texto do portal: Comunique-se

Escutas telefônicas não autorizadas, compra de armas e drogas. Até onde pode chegar um jornalista para cumprir uma pauta? Essa pergunta se fez presente, principalmente no jornalismo investigativo. Quais são os limites de uma reportagem?
Alguns casos podem trazer a reflexão sobre o assunto. Como o ocorrido mês passado com Roberto Cabrini. O jornalista foi encontrado na periferia da zona sul de São Paulo, no dia 15/04, com 10 papelotes de cocaína. A policia o deteve por tráfico de drogas e porte de entorpecentes.

Cabrini afirmou que a droga foi “plantada” em seu carro, fazendo parte de uma armação, e que fazia uma reportagem investigativa sobre tráfico de drogas. A mesma versão foi dada pela rede Record, emissora em que trabalha. No dia 17/04, a Justiça de São Paulo concedeu hábeas corpus ao jornalista.
Outro caso, que aconteceu há nove anos, envolveu o repórter Silvio Carvalho, do jornal A Gazeta, do Mato Grosso. Carvalho comprou um revólver no comércio clandestino de armas em Cuiabá. O repórter se passou por um “cliente” comum. Disse ao vendedor que tinha sido assaltado e por isso buscava uma arma para se defender. A chefia de reportagem o orientou a encaminhar o revólver ao Fórum Criminal. Menos de uma hora após a compra, Carvalho entregou a arma ao juiz Rondon Bassil.
O recurso não foi favorável. O jornalista foi punido com medidas como não poder sair de casa após as 23h, não passar mais de 30 dias fora de Cuiabá, doar cestas básicas a uma instituição de caridade pelo período de seis meses, e, além disso, comparecer uma vez por mês ao Fórum Criminal para comprovar o cumprimento da sentença. Carvalho foi acusado de porte ilegal de arma. Segundo ele, a intenção era denunciar a venda fácil de armamentos ilegais.
Para Fernando Molica, diretor da Associação Brasileira de jornalismo investigativo (Abraji), é difícil estabelecer regras diante de situações delicadas. Para ele, o jornalista tem que respeitar os limites, mas a regra é bom senso. “O jornalista deve avaliar o custo-benefício e nunca tomar decisões individuais, mas sempre junto com a chefia de reportagem”, afirma.
É assim que também pensa o jornalista da Folha de São Paulo Clovis Rossi. “O jornalista deve ir até onde não violar princípios éticos”, afirma Rossi.
Para a professora de jornalismo Juliana Cancian, o jornalista deve ter limites e seguí-los. “O jornalista deve ter limites próprios e também do código de ética da profissão. Espetacularizar, sensacionalizar, exagerar, expor crueldades humanas, expor situações de dor, de conflito, simplesmente para aumentar os índices de audiência, eu não acho que seja correto, eu acho que é transformar comunicação num verdadeiro show.” Juliana acredita que existem reportagens que exigem um fator de risco e são válidas as maneiras para cumprir essas pautas. “Quando você faz, por exemplo, uma matéria investigativa e você precisa ocultar algumas informações, se fazer passar por outra pessoa, como fazia o Tim, gravar com câmeras ocultas, eu acho que isso é valido nas reportagens investigativas, como Caco Barcellos, que esteve aqui na FAG e contou como ele fez o livro Rota 76. Então eu acho que nesse caso é válido, porque você tem uma denúncia maior, que é uma denúncia social e aquilo que você vai divulgar, pode melhorara a vida de uma sociedade inteira; pode fazer com que seja preso um traficante, pode fazer com que alguém que não cumpra a lei seja responsabilizado, então nesse caso eu acho que é válido, porque você tem uma denúncia que é social, que é maior e aí o jornalismo está a favor, a serviço da sociedade.” Acrescenta ela.
O Jornalista Silvio Demétrio segue o mesmo pensamento de Juliana, onde o limite para o jornalista é a própria ética. “Eu acho que existe um limite que é a própria ética, questão de ética de limite. O que é mais ou menos tido como seguro e certo numa prática e aonde além daquilo você pode até ter uma boa intenção, você que tem que garantir o seu resultado, preservar a identidade do seu trabalho com um bom jornalismo. Eu acho que é nesse sentido que você tem que observar, nesses limites. E tem coisas nas quais o jornalista não pode avançar, principalmente em relação ao direito privado de cada um”, comenta o jornalista.
O acadêmico do 7º período de jornalismo da FAG José Augusto, acredita que o jornalista deve ir em busca da verdade. “Eu não credito na teoria do vale-tudo, o jornalista tem que buscar a verdade, mas como o conceito de verdade é relativo, tem que se buscar a verdade que não prejudique a fonte ou a pessoa que está sendo tratada na reportagem, mas que também não permita que se esconda alguma falha nessa pessoa do conhecimento público.” Conta o acadêmico.
Por: Edson Alexandre Gurtat

Desde quarta-feira (30), está no ar o blog do caderno Outra Pauta (do jornal Gazeta do Paraná).
A idéia do blog vem para ampliar o alcance da experiência que a oficina tem alcançado com seu público leitor, comenta Silvio Demétrio em publicação na GP do dia 03 de Maio.

“Fazer jornalismo é algo que só se aprende com um primeiro entendimento da natureza social, logo coletiva, da dimensão do trabalho. Nossos resultados são todos coletivos. Da sugestão de pauta de um colega de redação ao cidadão anônimo que concorda em se deixar fotografar num instantâneo das ruas da cidade; do técnico que mantém os sistemas funcionando até os gráficos e intercaladores; da administração aos entregadores que fazem o jornal chegar às mãos dos leitores, tudo, absolutamente tudo só tem significado como experiência coletiva.Queremos que você leitor se sinta incluído e entenda nosso blog do Outra Pauta como uma possibilidade a mais desse sentido coletivo do fazer jornalístico” explica Silvio na publicação do dia 03.
Quem quiser conferir mais sobre este projeto pode acessar o blog: www.outrapauta.wordpress.com ou conferir o material impresso todas as segundas-feiras nas bancas.
Por: Edson Alexandre Gurtat

Entrou no ar esta semana, mais um programa da rádio web virótica.
É o DJ VIRÓTICA, programa que leva aos ouvintes as músicas mais tocadas nas principais rádios do País.

Para Waldinei Gili que é um dos apresentadores do programa, DJ VIRÓTICA vem para levar as músicas mais atuais para os ouvintes da Virótica. “O novo programa da rádio virótica vem para mostrar as músicas que estão no topo das principais rádios do País”.Comenta ele.
A web rádio Virótica, faz parte da Agência de Comunicação integrada da FAG, onde os alunos do curso de comunicação podem por em prática o que aprendem em sala de aula. Waldinei conta como é importante participar de projetos extra sala de aula. “O projeto de rádio web é ótimo, um meio bem eficiente e que da aos alunos uma oportunidade de por em prática o que foi visto em sala. É fundamental” acrescenta ele.
Para quem quiser conferir mais e ouvir o novo programa, pode acessar o site: www.fag.edu.br/radio, os horários do DJ VIRÓTICA são: 8 da manhã e 1 hora da madrugada.

Por: Edson Alexandre Gurtat

Entrou no ar esta semana mais um programa da rádio virótica. PONTO MUNDO, onde eu entrevisto diversas pessoas via Internet.

Os assuntos serão os mais variados possíveis, assim como o local onde a pessoa se encontra.
No primeiro programa conversei com Danielle Pessoa, ela mora no Rio de Janeiro e contou como está as situação da dengue, a violência carioca e muito mais.
Quem quiser ouvir o programa pode acessar o site: www.fag.edu.br/radio, o horário de veiculação é as 21 horas.
Por: Edson Alexandre Gurtat

OUTRA PAUTA é um projeto de jornalismo literário que surgiu através da iniciativa do jornalista Silvio Demetrio com o jornal GAZETA DO PARANÁ

Para Silvio este projeto trás uma abordagem diferente do jornalismo atual. A redação do projeto contará com 9 repórteres, sendo 3 alunos de cada faculdade de jornalismo da cidade.
“O que se discute muito hoje, e o que vemos nas reformas que vem acontecendo nos jornais de hoje, é que a palavra de comando é: conteúdo. Ninguém mais lê jornal para se informar, o jornal cumpre outro papel na comunicação hoje, muito mais ligado no aspecto até mesmo pedagógico. O jornalismo literário tenta buscar isso”.Comenta o jornalista.
Os alunos que podem participar do projeto são acadêmicos do terceiro e quarto ano de jornalismo.
Mais informações podem ser encontradas na secretaria do curso de comunicação da FAG, pelo telefone 3321-3900.
_____________________Vivenciando os bastidores de uma televisão

No mês de Outubro, integrantes do projeto Pinte seu Futuro foram selecionados para participar de uma oficina sobre Jornalismo, com foco para o telejornalismo.

Os aprendizes tiveram aulas de conhecimentos básicos de telejornalismo, onde aprenderam todos os processos que o acontecimento passa para virar noticia e chegar na casa dos telespectadores.
A oficina foi dividida em duas partes, teoria e pratica. Na parte teórica aprenderam desde os conceitos básicos até definições especificas que um jornalista usa em seu dia-a-dia; A parte prática aconteceu na TV FAG, onde os integrantes vivenciaram o dia-a-dia de um jornalista.
Ana Paula Pasa uma das orientadoras da oficina achou seu trabalho muito gratificante. “Além de ensiná-los, consegui aprender muito com eles; Reforcei tudo que já tinha aprendido em sala. Uma troca de experiências.” Acrescenta ela.
Por: Edson A. Gurtat

Na última segunda (10), o iG lançou o manual de redação do Último Segundo.

O Último Segundo se tornou o primeiro veículo exclusivamente on line do País a ter um manual de redação disponível para seus usuários. “A iniciativa busca dar ainda mais transparência aos processos e padrões usados pelo jornal on line do iG na apuração, edição e publicação de notícias” informou a assessoria/redação do iG.
O manual pode ser encontrado no site Último Segundo, ou clicando aqui.